"Vai Nota Fiscal Paulista?"
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Expectativas para o futuro
"Vai Nota Fiscal Paulista?"
sábado, 8 de dezembro de 2012
Bela, inacessível
não lembro de nada de seu corpo
exceto por suas pernas finas de desenhista
por meus devaneios ou minha cara de basbaque
teus dedos ágeis trigonométricos
traçando assuntos no ar acompanhados
do menear veloz de cabeça, da boca em ricto.
no silêncio, ambas as mãos pousadas na bolsa sobre o colo.
a última lembrança:
uma foto na rua dos ingleses, sem número.
senda
pode e não pode
de minha parte
ouso a busca, e há motivos e razão:
procuro fins e Substância
não tanto importando
se no princípio era o Verbo.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Um binômio
Quem ganha a vida corrigindo os outros deveria às vezes tentar criar. A experiência é engrandecedora.
Quem tem a mente criadora deve por vezes olhar para fora e descobrir as maravilhas do mundo e os erros alheios. Aprende-se muito assim.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Aniversário
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
A escrita
Encontraram-me morto ao pé da escada.
Mudo e sem direitos, com os pés tortos e as mãos de unhas curtidas nos bolsos.
O odre de quimeras ao lado, quase cheio; não houve tempo de bebê-lo.
No peito ainda jorravam angústias brancas,
Sangue sem cor, talvez o ícor divino,
Já que se eu não tinha deus,
Só podia ser eu mesmo o meu Deus.
Um deus morto e ridículo, como todos os deuses.
Morto ao pé da escada.
sábado, 14 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
Viento Helado
En la medida que no dejo de escuchar
como desarman esta noche las campanas
llevando todo lo que viene y pasará
y el horizonte se desarma entre las hojas.
Algún día de estos, a través del cielo
cada minuto como nos acerca
Viento helado, voy al viento.
Si no durmiera no podría ni soñar
con lo que de otra forma nunca encontraría
es lo que veo cuando voy a decir no
fuera del día y de todo lo que creo.
Algún día de estos, a través del cielo
cada minuto como nos acerca
Viento Helado, voy al viento
Los eucaliptos de la calle principal
se agitan por lo mismo que nos asustamos
estar en serio dentro de un amanecer
constantemente de su modo asombrados
a veces creo q es preciso conocer
lo que se pierde en una tarde
lo que se gana de una vez
lo que se gana de una vez.
sábado, 14 de abril de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Estrela matutina
És alva, bela, peregrina.
Antes do ocaso tu já surges
Mas em sua teimosia
Não perfazes constelação.
[O último verso é tão deslocado musicalmente como é a estrela matutina e como são todos os introspectivos, que ousam brilhar apenas para si e na luz do dia, um brilho que parece opaco e fugidio para todos aqueles que não sabem olhar.]
domingo, 12 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Opinião
Os meus, os tenho! Quem não tem!
Mas a verdade é que nunca erro.
In dubio pro ego.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
O direito de se tornar imbecil
| - Aff, esse aí nem deve saber quem foi Stravinski... |
Sabe, acho que não tem problema que alguém assista a BBB, desde que não assista apenas a isso.
Não vejo problema algum que alguém goste de ler os romancistas franceses do século XIX, desde que não leia só isso.
Que fazer com alguém que adora Pringles? Essa pessoa provavelmente terá câncer, e espero que não coma só isso.
Mas e aí, que fazer com quem critica o gosto alheio? Há pessoas que gostam de Big Brother, e que mal há nisso? É um erro grosseiro sobrepôr sua visão de mundo a outras e a partir dela julgar os atos e os gostos de terceiros.
O programa mencionado é imbecilizante, entretenimento rasteiro e nada contém de pedagógico, como muitas das atrações televisivas de nossos dias, isso é ponto inquestionável. O que critico é a postura de quem se acha portador de alta cultura - que tem um cariz de mediano pra baixo, enfim -, e tenta demonstrar mais conhecimento e interesses que um homem renascentista, postando todo o tipo de links de cultura erudita nas redes sociais. Quem faz isso geralmente adiciona "amigos" que partilhem um mínimo de interesses em comum, e aí destila todo o seu pretenso conhecimento em forma de endereços de internet, sem discussão ou conversa, só essa forma torta de pavoneamento que o mundo digital nos trouxe.
Por que não olhar a própria cauda e com ela abanar as possíveis moscas que pousarem no traseiro, em vez de somente reclamar que a bitola alheia impede que o asno do lado veja o mundo? Não se esqueça que todos temos nossas bitolas, só mudam de tamanho e de material.
Bom, o primeiro texto de 2012 está com esse tom acre, mas eu precisava escrever isso. E, claro, postá-lo nas redes sociais.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Caminho para a (ponta da) Cidade do Cabo
Porque sou homem, preso ao círculo fechado de minha futura carcaça, ainda animada e cheia de desejos. Sou homem e frágil, e a incerteza me rapina a cada momento, já que por vezes tudo o que tenciono é uma via reta, sem bifurcações. Mas isso não existe, é prosa morta. Tão morta quanto esta caneta, que me abandona a mão e se recusa a escrever.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Meu Jesus
Cristo com coroa de espinhos, Lucas Cranach o velho;
Reconstituição do rosto de Jesus (programa Son of God, da BBC);
Jesus Cristo Pantocrátor, basílica de Santa Sofia.
Pois bem, sangue foi derramado e pessoas foram perseguidas nas muitas batalhas ideológicas a respeito da figura de Jesus Cristo. Homem e deus de existência indissolúvel, revolucionário nacionalista, carne separada do lógos, entre outras representações, Jesus foi pintado com as tintas mais úteis a cada facção, império, seita ou indivíduo, geralmente com um papel bem definido.
O nazareno já outorgou autoridade a diversos governos monárquicos - seja o Cristo Pantocrátor dos romanos orientais, seja o Jesus pregado à cruz da Igreja Católica do Ocidente - e ainda hoje tem seu nome usado por religiões diversas e de modo aparentemente desinteressado, mas também em cultos neopentecostais voltados para pessoas que vivem numa austeridade semelhante à dos primeiros cristãos, mas que acabam sendo enganados por "sacerdotes" que mais se assemelham a retores mal-intencionados que a bons pastores do povo.
Este homem multifacetado é o que hoje chamamos de figura de domínio público. Todos podem usar sua imagem para criar obras de ficção perigosas ou inócuas, como um objeto cultural que gera lucros, mentiras e também desvela algumas verdades.
Pois bem, eu também tenho o meu Jesus, que não é tão Cristo. Sua tez é cor de oliva, os cabelos crestados de sol. Suas mãos têm calos, assim como seus pés, acostumados ao calor das pedras orientais e ao pouco uso de sandálias de couro. A conduta do meu Jesus não é irrepreensível, porque apesar de criança ter discutido com os sábios, ele era ainda uma criança que fazia suas bagunças. Foi um jovem austero, mas alegre, sorridente; homem morto pelos socialmente fortes, porém tíbios em outras áreas.
Ele não nasceu em Belém, pois é nazareno; respeita o próximo, mas combate o que vai contra seus valores, tendo por arma a palavra justa e a ação correta; leva aonde vai sua austeridade sorridente, e tem comportamento exemplar de acordo com a humanidade que possui.
O que posso afirmar é para mim que esse homem não é um deus, mas um dos melhores homens. É idealizado e é meu, minha visão, um exemplo de conduta que moldei com a argila que me foi dada ao longo de minha criação. A dimensão desse Jesus é particular e ética. É um dos meus exemplos de conduta e de vivência, e não se relaciona diretamente à religião. Não consigo acreditar em ícones apenas por serem ícones; nunca conseguiria aceitar valores totalmente alheios à minha natureza, portanto, meu Jesus tem muito do mundo e muito de mim, mas moldado de modo que eu possa me tornar uma pessoa melhor, mais humana, quando olhar para esta imagem que gravei dentro de mim.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Ando muito bem, obrigado.
De um lado, triste, mas é uma tristeza que já me acostumei e que me acede uma vez por ano, quando minha irmã e sua família vão embora daqui de casa, durante sua visita anual. Vi a Benedetta aprender a andar - com minha ajuda, que fique registrado! -, o Lorenzo se desenvolver ainda mais e descobrir novas palavras, dividi meu tempo com a Regina, enfim, todas as pequenas coisas que me alegram tanto, mas de que não posso sempre usufruir.
De outro, feliz, por ter conhecido tantas pessoas boas em um curto período de tempo. Minha vida profissional e pessoal girou como boleadeira daqueles gaúchos míticos e talvez tenha acertado algo bom que estava correndo pelos Pampas. Metáforas tontas à parte, quero mudança e quero continuar com este coração tranquilo.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
E então, aquela estranha estrela brilhou dentro de mim
Pode soar piegas isso, e realmente é; mas isso surgiu na minha cabeça assim que acordei e não poderia deixar de registrar este estado de espírito, essa oscilação gerada por conta de uma simples conversa.
Carrego a contradição de gostar de pessoas e ao mesmo tempo desgostá-las. Sou de pouquíssimas amizades e muito colegas, e isso já me rendeu um ou outro dissabor, embora minha memória seja curta quando o assunto é sofrimento.
[Caro leitor, a folha estava rasgada e o restante do texto não pôde ser recuperado.]
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Leituras
Comecei a ler o Livro dos Espíritos. Há tempos que desejava começar a ler algo da doutrina espírita, religião que conheço tão pouco. O próximo passo: talvez alguns trechos do Alcorão, ou retomar a leitura dos Vedas!
Para quem não sabe, religião é um tema que me fascina, mesmo eu sendo agnóstico. A mistura de fé, mito e técnica que a maioria dos livros religiosos carrega acaba não sendo fruída em toda a capacidade, o que é uma pena! Tantas leituras possíveis, tanto para aprender!
Pois bem, além dele, estou com O homem invisível, A invenção de Orfeu, A sombra do vento e O lobo da estepe para acabar, alguns com pouco menos de uma dezena de páginas para serem terminados. Sim, é vergonhoso... Mas quem tem o hábito de ler mais de um livro ao mesmo tempo conhece este martírio.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Epitáfio-epítome
Os óculos de Hermann,
O timbre numa carta de Ariosto,
O cigarro do Zé Paulo.
Cada qual com seu pertence.
Só tenho a canalhice deste sorriso franco.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Bertrand Russell
Bertrand Russell, no "Educação e disciplina".
domingo, 24 de julho de 2011
Necessidade
Madrugada seca
Meu peito queima.
São bombas que não ouso rasgar,
embora queira rasgá-las.
Minha falta de crença tão sentida
e meu excesso de vontades
combinando-se pouco a pouco, em vias da reação fatal.
Meu ser humano, ser mineral, alcalino.
Meu pensamento, nada divinatório, me diz
Que em solo seco não surgem frutos do futuro.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Post pra testar o app do Blogger pro Android.
Pêndulo ao vento
Meus versos têm saído de trás pra frente nestes dias.
A vista enevoada ajuda - fazer poemas também é modelar nuvens - mas não ultimamente.
Começo a escrever sobre o garoto passando na calçada, me vejo descrevendo Shiva Nataraja.
Penso em feltro, vejo uma menina.
Embora não pareça, tudo entrelaçado por fios finos e longos ao largo numa estrada, prontos pra serem puxados e derramarem tudo sobre esse papel parado à minha frente.
terça-feira, 12 de julho de 2011
O entre.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Astronomia e Poesia
Passeio
domingo, 5 de junho de 2011
O subjeto [trecho]
Havia na estante uma edição das Fábulas Enganosas, com a capa carcomida e desbeiçada. No lugar da lombada, apenas os cadernos e suas costuras desguarnecidas, algumas soltas. O alfarrábio chamou minha atenção e, por fim, acabei retirando-o da prateleira.
Folheando a esmo, parei na página 49, curiosamente no início de uma das fábulas mencionadas pelo título. O nome, estranhíssimo: O Subjeto. Falava de um coelho que se encontrava com um animal de características fantásticas, um anticoelho, ou uma antipantera ou um antibasilisco, que a toda hora mudava de forma e de cor, assim como o som característico que produzia ao se metamorfosear, sempre misturando ao menos três sons diferentes dos animais mais díspares entre si. Ao mesmo tempo, aquele “antianimal” era inanimado. Um objeto, em suma, mas com tantas idiossincrasias quanto possível, e a maior delas era ser inanimado e ao mesmo tempo latir, zurrar e não ter pelos ou bico, e tendo-os. Era o tal do subjeto do título.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Moto-contínuo
terça-feira, 31 de maio de 2011
Letra sem música
_____
Hoje é um dia de vento frio
Oh vento nos carregue para
uma estrela que gire
lentamente e amarelo.
Esse ar gelado que enche meu peito
sopre minhas esperanças.
Sopre-as até aquela janela
e faça da minha voz um sussurro.
A fumaça do chá fazendo círculos
e o aroma em cada gota de vapor.
Oh vento nos leve até uma estrela.
Distração, memória
Mas pensava em xícaras.
Em como gostava de seu café puro
com bolo de festa para adoçar.
No chá que - ele bem sabia -
ela tomava nas tardes de outono.
Nos cappuccinos divididos com os amigos.
Na sensação dos dedos gelados
tocando o copo quente de papel.
No banco da padaria lá de sua cidade.
Nos cafés com seu pai, na sua faculdade,
em casa, sozinho com a janela,
as árvores e o vento.
Sem perceber, escreveu um poema de amor pelas coisas.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Pai
Ainda estou, e sinto-me mal por não ter sentido nada além do espanto no momento da notícia.
Fui trabalhar - como sempre, estou escrevendo no metrô - e no caminho até a estação me lembrei dele, uma figura meio quixotesca, cavaleiro do ridículo que não conseguia domar seus próprios desejos; de riso fácil, sempre com uma piadinha pronta ou uma boa história para contar. Se vivêssemos juntos agora, seríamos grandes amigos.
Dos meus quase trinta anos, vivi dez com ele. Saímos de casa, começamos de novo e sem ele. Vi minha mãe sofrer muito para nos sustentar, enquanto eu vivia com minhas fantasias de criança e observava meus irmãos crescerem - melhor, engrandecerem-se. No começo de minha adolescência o via esporadicamente, e depois ele mudou de estado, indo morar com uma irmã.
Se eu tiver um filho, não quero que sinta o que senti ao saber da morte do pai: indiferença.
Hoje não quero pêsames, não quero nada, apenas que não falem comigo nem que exijam coisa alguma.
Essa distância, essa ausência, ajudou a me moldar. Não sou uma ave que foi ensinada a caçar, mas aprendi a escalar picos sozinho, e devo isso involuntariamente a meu pai, bem como inumeráveis exemplos, para o bem e para o mal.
E basta.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Caligrama I
manhã - 22/01/2011

Imagens:Emma Bovary, Charles Léandre.Gilgamesh, Yoshitaka Amano.
manhã - 16/09/2010
segunda-feira, 16 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Pequenas mudanças
Eu achava a anterior mais bonitinha e tudo o mais, mas um pouco pedante...
E troquei a foto também! A anterior era de 2006. De lá pra cá meu rosto mudou um pouco, o cabelo, as atitudes. Amadureci bastante ao longo desses anos, e pegando o que venho escrevendo, a diferença se nota.
Bom, vou deixar a antiga descrição aqui pra que fique registrada - e porque eu achei bonita, conforme já disse. ;)
"Aqui atualizo e exponho algumas das dúvidas, limitações e pequenas alegrias de meus dias, de modo titubeante e esparso, como cabe a um indeciso de mão cheia. É meu pequeno patíbulo onde mato as horas ainda não mortas, sepulto as ideias e vejo-as renascer sob outro signo."
Manhã de maio
Pra todo o lado que olho,
que na verdade é o lado de dentro,
vejo a mesma coisa, escondida por mil cifras.
Embora eu desejasse explicar do modo simples,
as coisas só me vêm de jeito torto,
que é o jeito certo, já que galho não tem régua.
A melhor coisa a fazer é abrir a janela.
Sentir a lufada de ar rir no meio dos cachos,
a luz perene acariciar a pele
e a terra murmurar que está com sede.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Nulo
sexta-feira, 4 de março de 2011
28/02/11
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Meta e treino
A entrevista, por sinal, está muito boa e pode ser lida aqui.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Falando de amor
Tudo beleza covosco?
[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
tudo, e contigo?
Ferx diz:
tudo na perfeita paz
tirando uma discussão que tô tendo com a impressora aqui
[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
impressoras sempre são temperamentais
Ferx diz:
tô quase terminando com ela
[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
permita que ela dê uma explicação!
Ferx diz:
nossa relação tá ruim faz tempo
quando ela veio morar comigo, piorou.
a gente achou que seria bom, mas ela é cheia de manias
e olha que nem fico cobrando
[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
ela fica pensando que pode ser mais que você... Isso é ruim, muito ruim
principalmente, quando ela deve obediência a você, afinal, você é quem a alimenta, dá abrigo...
Ferx diz:
claro, cadê o respeito?
hahahahaha
[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
ninguém respeita mais os benfeitores hoje em dia!
huhuhuriheurhuirhuiehruhrewuhu!!
Ferx diz:
ainda mais os paternalistas!!!
[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
gente, que horror
já pensou em bater nela? merece uns tapas!
Ferx diz:
Não chega a tanto
ela fica com a luzinha verde pra mim
piscando
fazendo charme
[b][c=2]·٠•● Eagleheart ●•٠· ≈ Let's rock! [/c=51][/b] diz:
hum... Se ela tá piscando pra você, né, ainda há esperança!
----------------
Elys, valeu pela conversa!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Epitáfios possíveis
"Sempre quis trabalhar, acabou empregado."
"Grande artista, sua maior performance foi morrer."
"Viveu como um passarinho: quase não comia."
"Ateu ferrenho, conquistou o paraíso."
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Galo, signo chinês
São frequentemente brilhantes mas não muito práticos. São hesitantes e confiáveis. O galo, nascido sob o signo da sinceridade, tem uma personalidade floreada e colorida e é meticuloso em tudo o que faz. Os nascidos sob este signo tendem a ser bem organizados e preferem planejar bem todas as atividades. São altamente inteligentes e são geralmente bem instruídos. Também exibem um grande sentido de humor e são uns eficazes e persuasivos oradores. Amam a discussão e o debate e exibem pouca hesitação em falar no que lhes vai na cabeça, frequentemente sendo pertinentes nos seus pontos de vista. O galo é geralmente muito digno nas suas maneiras e apresenta-se com um ar de autoridade.
Outra característica do galo é que carregará sempre um caderno ou pequenos pedaços de papel, constantemente escrevendo lembretes ou factos importantes. Tendem às vezes a deixar a sua imaginação funcionar afastando-se com eles. Odeiam também o criticismo e qualquer um que tente erguer-se demasiado nos seus assuntos não será bem tratado.
O galo geralmente tem uma família grande e, como pai, tem um interesse particularmente acivo na instrução dos seus filhos. São extremamente leais aos seus sócios enquanto estes lhes permitirem perseguir todos os seus variados interesses.
O Homem Galo
Tanto quanto a aparência geral, nós podemos distinguir dois tipos principais de homens do galo: Um é bem constituído, assemelhando-se à representação clássica de Hércules; o outro recorda um tanto Apolo, com seus membros longos, a cintura fina, e os músculos moderadamente aparentes.
GALO METAL - 1861, 1921, 1981Um tipo prático, exigente e industrial de galo com um jeito próprio para cativar os outros com os seus brilhantes poderes de dedução. Investigador, optimista e idealista, terá uma atitude apaixonada para o trabalho. O metal fá-lo-á critico e forte, terá uma grande necessidade de relevar importância e fama. Poderia ser fastidioso sobre a sua imagem ou demasiado convencido e não pode subscrever os pontos de vista dos outros prontamente. Embora seja factual e razoável, é-lhe difícil ser totalmente imparcial quando o seu ego é desafiado directamente. Quando é negativo, sujeitar-se-á mesmo a uma examinação clínica rotineira. O galo do metal podia ser inibido com as suas emoções apesar de seu bravo aspecto externo. Insistirá em manter a ordem na sua vida e exigirá condições higiénicas aonde quer que esteja ou vá. Mas quando este galo aquisitivo for atraído à riqueza material, apelará também a reformas sociais. Sentirá a necessidade de estender os seus serviços e conhecimentos a todo a humanidade e sentir-se-á realizado em resolver problemas sociais ou em instigar reformas para o avanço da humanidade.
Ascendente - Nascido durante as horas do Cão - entre as 7 p.m. e 9 p.m.
Galo susceptível de falha nos seus cálculos mas no entanto muito justo. O cão fá-lo menos convencido. No entanto, você deve esperar uma cor espectacular desta combinação de duas mentes igualmente idealistas e de línguas afiadas.
http://www.hoops.pt/astrologia/galo.htm
Movido por um desejo interior enorme de atingir a perfeição em todos os sentidos, inclusive no plano espiritual, o nativo do Galo prima pela simplicidade em relação aos bens materiais, pois não se deixa ofuscar pelo luxo ou pelas suas posses, que são muitas, graças a sua capacidade de ganhar dinheiro.
Preocupa-se com o próximo com uma dedicação extrema, cuidando carinhosamente daqueles que precisam de sua ajuda. Essa característica toda própria faz com que se dediquem às profissões da área médica e da assistência social.
É metódico, inteligente, com um charme todo especial pela sua ternura, encantando a todos com seu espírito observador e analítico. Quando se trata de expressar os próprios sentimentos, no entanto, o Galo é tímido e retraído, o que lhe traz inúmeros problemas no relacionamento amoroso e sexual.
Aprecia as novidades e se entrega à vida com um entusiasmo contagiante. Podem ser muito mordazes em suas opiniões a respeito das pessoas e detestam a crítica. Quando magoados, tornam-se agressivos e demonstram até certa crueldade.
Não tem, no entanto, espírito vingativo, pois sua memória para fatos desagradáveis é muito pequena. Em pouco tempo se esquece de uma ofensa.
Não se arrisca, preferindo traçar metas e objetivos realistas e ao seu alcance. Preserva sua própria liberdade, mas não evita de se intrometer na liberdade alheia.
No sexo não é o que pode ser chamado de amante perfeito, mas pode ser romântico e sensual, se isso lhe for despertado.
Saúde: os ossos em geral, todas as articulações, os joelhos em particular, e o fígado.
Virtudes: o Galo prima pela boa educação, pelo refinamento e pela polidez, impondo seu espírito ordeiro e pacato. Afável e fiel.
Defeitos: desejo exagerado de perfeição, levando ao pessimismo e à melancolia e à insatisfação consigo mesmo. Falador e egocêntrico.
Compatibilidade com os outros signos:
Rato - Incompatíveis. No máximo se tolerarão.
Boi - Excelente união, sucesso juntos.
Tigre - Incompatíveis, pequenos choques que esfriam a relação.
Coelho - Incompatíveis. Discórdia e falta de compreensão.
Dragão - Compatíveis. União próspera e feliz.
Serpente - Excelente união, compreensão e confiança mutua.
Cavalo - Compatibilidade difícil, barreiras de personalidade a transpor.
Cabra - Reservas dificultam o relacionamento. Tolerância moderada.
Macaco - Compatíveis até certo ponto. Tolerância ajuda quando há interesses comuns.
Galo - Incompatíveis, choques e lutas interferem no relacionamento.
Cão - Compatibilidade mediana, ressentimentos ocultos abalam a relação.
Porco - Compatíveis, mas a personalidade de ambos atrapalha um pouco.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Parada antes de entrevista de emprego
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Estou neste momento tomando café da manhã num boteco, comendo um bauru com personalidade de pão de batata e bebendo café num copo sujo. Na mesa à direita um homem lê um desses jornais diagramados em vermelho e preto, enquanto uma tevê grita tão alto que a escuto estando eu de fones de ouvido.
Dois Pesos...Este jornal teve uma atitude que considero digna: explicitou aos leitores que apoia o candidato Serra na presente eleição. Fica assim mais honesta a discussão que se faz em suas páginas. O debate eleitoral que nos conduzirá às urnas amanhã está acirrado. Eleitores se declaram exaustos e desiludidos com o vale-tudo que marcou a disputa pela Presidência da República. As campanhas, transformadas em espetáculo televisivo, não convencem mais ninguém. Apesar disso, alguma coisa importante está em jogo este ano. Parece até que temos luta de classes no Brasil: esta que muitos acreditam ter sido soterrada pelos últimos tijolos do Muro de Berlim. Na TV a briga é maquiada, mas na internet o jogo é duro.Se o povão das chamadas classes D e E - os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil - tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos. O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola.Uma dessas correntes chegou à minha caixa postal vinda de diversos destinatários. Reproduzia a denúncia feita por "uma prima" do autor, residente em Fortaleza. A denunciante, indignada com a indolência dos trabalhadores não qualificados de sua cidade, queixava-se de que ninguém mais queria ocupar a vaga de porteiro do prédio onde mora. Os candidatos naturais ao emprego preferiam viver na moleza, com o dinheiro da Bolsa-Família. Ora, essa. A que ponto chegamos. Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente. Onde foram parar os verdadeiros humildes de quem o patronato cordial tanto gostava, capazes de trabalhar bem mais que as oito horas regulamentares por uma miséria? Sim, porque é curioso que ninguém tenha questionado o valor do salário oferecido pelo condomínio da capital cearense. A troca do emprego pela Bolsa-Família só seria vantajosa para os supostos espertalhões, preguiçosos e aproveitadores se o salário oferecido fosse inconstitucional: mais baixo do que metade do mínimo. R$ 200 é o valor máximo a que chega a soma de todos os benefícios do governo para quem tem mais de três filhos, com a condição de mantê-los na escola.Outra denúncia indignada que corre pela internet é a de que na cidade do interior do Piauí onde vivem os parentes da empregada de algum paulistano, todos os moradores vivem do dinheiro dos programas do governo. Se for verdade, é estarrecedor imaginar do que viviam antes disso. Passava-se fome, na certa, como no assustador Garapa, filme de José Padilha. Passava-se fome todos os dias. Continuam pobres as famílias abaixo da classe C que hoje recebem a bolsa, somada ao dinheirinho de alguma aposentadoria. Só que agora comem. Alguns já conseguem até produzir e vender para outros que também começaram a comprar o que comer. O economista Paul Singer informa que, nas cidades pequenas, essa pouca entrada de dinheiro tem um efeito surpreendente sobre a economia local. A Bolsa-Família, acreditem se quiserem, proporciona as condições de consumo capazes de gerar empregos. O voto da turma da "esmolinha" é político e revela consciência de classe recém-adquirida.O Brasil mudou nesse ponto. Mas ao contrário do que pensam os indignados da internet, mudou para melhor. Se até pouco tempo alguns empregadores costumavam contratar, por menos de um salário mínimo, pessoas sem alternativa de trabalho e sem consciência de seus direitos, hoje não é tão fácil encontrar quem aceite trabalhar nessas condições. Vale mais tentar a vida a partir da Bolsa-Família, que apesar de modesta, reduziu de 12% para 4,8% a faixa de população em estado de pobreza extrema. Será que o leitor paulistano tem ideia de quanto é preciso ser pobre, para sair dessa faixa por uma diferença de R$ 200? Quando o Estado começa a garantir alguns direitos mínimos à população, esta se politiza e passa a exigir que eles sejam cumpridos. Um amigo chamou esse efeito de "acumulação primitiva de democracia".Mas parece que o voto dessa gente ainda desperta o argumento de que os brasileiros, como na inesquecível observação de Pelé, não estão preparados para votar. Nem todos, é claro. Depois do segundo turno de 2006, o sociólogo Hélio Jaguaribe escreveu que os 60% de brasileiros que votaram em Lula teriam levado em conta apenas seus próprios interesses, enquanto os outros 40% de supostos eleitores instruídos pensavam nos interesses do País. Jaguaribe só não explicou como foi possível que o Brasil, dirigido pela elite instruída que se preocupava com os interesses de todos, tenha chegado ao terceiro milênio contando com 60% de sua população tão inculta a ponto de seu voto ser desqualificado como pouco republicano.Agora que os mais pobres conseguiram levantar a cabeça acima da linha da mendicância e da dependência das relações de favor que sempre caracterizaram as políticas locais pelo interior do País, dizem que votar em causa própria não vale. Quando, pela primeira vez, os sem-cidadania conquistaram direitos mínimos que desejam preservar pela via democrática, parte dos cidadãos que se consideram classe A vem a público desqualificar a seriedade de seus votos.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Zenithia
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Samba
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O MP3Tube deu pau há algum tempo e a versão músicada de Seikilos foi pro espaço. Depois de procurar um pouco, achei uma que me agradou. Ela veio pro blog e foi para o meu tocador de mp3.
E lembre-se: Enquanto vives, brilha!
=)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ser-Amor
Precisa rever suas convicções
Sejam elas ontológicas,
Meta ou mesmo parafísicas.
Amor é questão de estado.
É Ser, irrefutável.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Grud(g)e
Se me irrito, olho pra mim e passa. O ser humano irritado por algo do dia a dia é coisa ridícula e de pequeneza maior que o motivo de irritação. É só olhar pra si, mas por fora, sem lentes que magnifiquem nosso eu balofo e marrento.
Pronto, desgrudei as palavrinhas.









